Como escolher o melhor método contraceptivo?

Dra. Patrícia Varella Especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Humana Assistida

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Portanto, para evitar uma gravidez indesejada é preciso procurar o melhor método contraceptivo para o seu caso.

Cada mulher se adapta a um contraceptivo específico, dependendo de suas características biológicas, estilo de vida e alterações ginecológicas.

Pensando nisso, vamos te explicar sobre a estratégia mais famosa — a pílula anticoncepcional — e outros métodos eficazes, seguros e de longa duração!

Fique conosco e não perca a dica de como escolher o melhor método para você! Vamos começar!

Métodos contraceptivos e a pílula anticoncepcional

Na década de 60 surgiu a primeira alternativa contraceptiva: pílula anticoncepcional.

Esse remédio combina hormônios progesterona e estrogênio para evitar a concepção e fecundação.

Apesar de ter se popularizado e marcado uma verdadeira revolução na vida das mulheres, atualmente existem diferentes métodos e estratégias para evitar a gravidez.

Para escolher a melhor alternativa para o seu caso é necessário buscar auxílio de uma ginecologista especializada. Afinal, cada mulher é única!

O melhor contraceptivo para você deve se encaixar na sua rotina de modo confortável e ser tolerado pelo seu organismo. 

A seguir, vamos te explicar alguns possíveis motivos para você precisar escolher outro método que não a pílula.

Motivos para buscar novos métodos anticoncepcionais 

  1. Esquecer de ingerir a pílula

Mulheres com a rotina atribulada ou que costumam esquecer com frequência de tomá-la podem se adaptar melhor aos métodos injetáveis, como adesivo injetável, implante contraceptivo e dispositivo intrauterino. 

  1. Sofrer com os efeitos colaterais

As pílulas costumam impor diferentes efeitos colaterais, como: dores de cabeça, náuseas, alteração do fluxo menstrual, alteração de humor e de peso. 

  1. Sofrer de tensão pré-menstrual intensa

Alguns métodos contraceptivos, como o DIU ou implante contraceptivo, atuam aliviando os efeitos da tensão pré-menstrual.

Então eles são uma possibilidade de aliar contracepção com redução das crises de cólicas, dores nas pernas e abdômen e enjôos. 

  1. Sofrer de alterações ginecológicas

Mulheres com síndrome do ovário policístico ou endometriose costumam se beneficiar de métodos combinados com a pílula, como o DIU.

E aí, acha que outro método, diferente da pílula, atenderia suas necessidades?

Métodos contraceptivos a longo prazo

Os métodos a longo prazo têm sido muito buscados nos últimos anos! 

A principal vantagem de usá-los é permanecer protegida por um longo período, evitando preocupações e atrapalhos na rotina. 

Os métodos reversíveis e de longa duração mais conhecidos são:

1 – Dispositivo Intra-uterino (DIU):

O dispositivo intra-uterino é um instrumento em formato de T ou Y inserido no útero da mulher para prevenir a fecundação.

Ele visa impedir os espermatozóides de chegarem ao útero ou visa tornar o útero um ambiente não fecundável. 

Existem três tipos de DIU: de cobre, de prata e hormonal. 

Sua duração varia entre 5 e 10 anos.

2 – Implante Hormonal:

Os implantes hormonais são pequenos bastões com cerca de 4 centímetros, inseridos de forma subcutânea no braço da mulher para liberar o hormônio etonogestrel.

Esse hormônio é responsável por impedir a liberação do óvulo do ovário e por dificultar que os espermatozóides cheguem até o colo do útero.

Sua ação dura de seis meses a três anos.

Como escolher o melhor método para você?

Consulte-se com a Dra. Patrícia Varella. 

Ela te ajudará a encontrar o método contraceptivo ideal para atender às suas necessidades, uma vez que cada mulher é única!

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INFORMAÇÕES DO AUTOR:

Dra. Patrícia Varella Especialista em Ginecologia, Obstetrícia e Reprodução Humana Assistida

Médica formada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), também fez residência médica em Ginecologia e Obstetrícia na mesma instituição.
CRM-SP nº 93928